57 | Uma história real; um demônio no meu caminho

Eu já trabalhei em uma igreja evangélica de Belford Roxo, município do Rio de Janeiro e foi uma das melhores igrejas que pude pastorear.

Povo simples, humilde, fervoroso, generoso e amigo…

Nessa época eu morava em Madureira e amava ir para Belford Roxo de trem.

Era uma aventura divertida, gastronômica e somente os cariocas vão entender o que eu estou falando. Era uma ‘viagem’…

Para distrair, eu sempre estava com os meus fones de ouvido e sempre ouvia o meu set-list preferido: Grupo Logos, Banda Vida Abundante, VPC, Milad, Grupo Águas, Rebanhão, Fernandinho, Adhemar de Campos, Bob Fitts…

Por isso, invariavelmente, eu estava distraído ouvindo o meu som e foi numa dessas, onde eu estava distraído, que essa HITÓRIA REAL aconteceu.

Chegando na estação final de Belford Roxo, saí do trem e caminhava, distraído, pelo calçadão do município (Foto de capa).

De repente eu percebi um homem, maltrapilho, parado na minha frente falando alguma coisa que eu não estava entendendo por que eu estava com os fones de ouvido.

Quando retirei os fones o que eu ouvi foi EXTAMENTE  isso:

“Eu te odeio, eu ainda vou te matar, seu desgraçado”

Ao invés de me assustar, eu esbocei um sorriso e respondi com muita serenidade, porém, com muita firmeza e uma contundência extrema:

Que o senhor te repreenda!

Lógico que eu estava em frente de um homem possesso, endemoniado ou o próprio Satanás…

Dei um passo para o lado e com muita serenidade continuei caminhando em direção à igreja.

Mas por que o diabo teve esse audácia?

Eu estava vivendo um momento de EXTREMA abastança em TODAS as áreas da minha vida, em especial, familiar, sentimental e ESPIRITUAL.

Na igreja estávamos revolucionando atendendo de graça pobres, humildes e todos que recorriam a nossa comunidade…

Léo Vilhena