61 | Eu e Caio Fábio, uma referência mas sem comparações

Após concluir a faculdade de Teologia, eu fui avaliado por uma banca examinadora e fui consagrado ao pastorado no dia 31 de Agosto de 2001, pelo Reverendo Caio Fábio D´Araújo Filho, em um culto na Comunidade de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Nessa época eu servia como voluntário no Café com Graça, livraria onde eram organizados cultos semanais.

Eu já li praticamente toda a coleção de livros do ‘paizão’ e venho de uma ‘escola caiofabiana’.

Eu tenho o reverendo como uma referência em teologia e no entendimento da bíblia, escrevo de uma maneira autoral, mas não posso negar que tenho muito do ‘jeitão’ do ‘paizão’, mas quando alguém me compara a ele, e muitos amigos e leitores me comparam, eu me sinto lisonjeado, honrado e feliz, mas na boa, eu não tenho nem o dízimo da capacidade dele… E falo com absoluta verdade e convicção!

Quando ele me mandou uma carta, no dia 07 de Setembro de 2003, mandando um beijão paternal, pense em um homem feliz, ele me tratou como filho, mas compreendo que como eu, ele tem os seus defeitos, mas no caso dele, as suas virtudes superam, e muito, as suas ‘anomalias humanas’, por isso, eu acho o reverendo a maior cabeça pensante brasileira.

Ele é o cara.

Continuo amando o reverendo e continuo sendo fã dele, e muito me honra ter servido a ele como voluntário na Vinde, na Fabrica de Esperança e no Café com Graça, mas me comparar a ele? Tenho que rir….rs

Como diz o atacante Bruno Henrique do Flamengo, ele está em “oto patama”.

Léo Vilhena